Mês: Abril 2014

GafieiraCarioca

Em quatro programas o SuperStar selecionou vinte e quatro bandas e distribuiu oito para cada padrinho, isto é, Ivete, Fábio Jr e Dinho. Vou repetir mais uma vez, Dinho leva vantagem por ter ficado com as melhores bandas e por seu conhecimento no assunto. Isso não quer dizer que uma banda da Ivete como, por exemplo, a banda Mover Over não possa ganhar o programa ou a banda Melody do Fabio Jr não possa abocanhar o premio. Mas, que o Dinho ficou com melhores opções, ficou.

BichodePe

E para explicar meu raciocínio destaco oito bandas nesta disputa Bicho de Pé, Gafieira Carioca, Instinto, Malta, Melody, Mover Over, Suricato e The Soul Session, destas, quatro são apadrinhadas por Dinho, duas por Ivete e duas pelo Fabio Jr. Não tenho grandes conhecimentos musicais, porém falo como espectador e analiso o show que me foi apresentado, afinal de contas quem vai escolher o vencedor não é o público leigo? Ou este critério também pode mudar?

Melody

Agora, o melhor dia do programa foi sem dúvidas o de ontem, pode não ter tido a melhor apresentação, mas o nível das bandas foi mais alto. Só não deu para entender a mudança do critério no ultimo dia. Ficou capenga. O anunciado era a banda que chegasse a setenta por cento de aprovação e levantasse o painel estaria automaticamente classificada para a próxima fase. Ficou injusto com as bandas que levantaram o painel e não vão para a fase seguinte como foi prometido.

 

24Pedro

 Eu tenho essa discordância com os critérios do Justus para eliminar ou demitir seus aprendizes. Justus gosta desse perfil agressivo, que tira o corpo fora, aponta o erro alheio, ele gosta desse tipo de pessoa que passa por cima do outro sem dó e sem piedade. Funciona na sala de reunião do Justus, mas no dia a dia das empresas esses são os tipos mais destrutivos do clima organizacional. No programa de quinta-feira foram muitos os erros das duas equipes. Foram inexperientes, amadores demais, cometeram erros primários. Eu entendi o raciocínio do Nahim ao dividir a equipe em quem ficaria na barraca na madrugada e descansaria pela manhã. O que eu não entendi foi o fato dele se colocar no grupo que iria dormir quando a tarefa a ser cumprida estaria sendo executada. Porque o líder, coordenador, gerente de projeto, seja lá a nomenclatura que a gente utilizar, esse deve estar presente na execução para gerenciar as crises que porventura ocorram. E errou mais ainda ao ficar irritado porque foi acordado por sua equipe que claramente não estava sabendo o que fazer. Não era hora de dormir. Pelo menos não para o Nahim.

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Mas, a equipe azul saiu vencedora e Nahim pode finalmente dormir em paz. Perdedora, a equipe vermelha mandou seu líder e duas pessoas por ele escolhidas para enfrentar o Justus e seus conselheiros. Nico Puig, Pedro Nercessian e Amon Lima se digladiaram para convencer quem deveria ficar e quem deveria sair. Não gostei da postura do Pedro Nercessian. Acho extremamente oportunistas os arautos do apocalipse depois que o mundo acabou. Eu não vi ninguém reclamando quando deveria. Chegar depois do leite derramado cheio de rapapés e de peito estufado é fácil. Só teve uma coisa legal, Pedro enfrentou Roberto Justus sem medo. Deixou-o sem palavras quando o Justus tentou tirar onda com a história de se eles deveriam dormir ou não. Ao ser sacaneado pelo Justus, Pedro falou mais alto e argumentou que ele uma vez fora do Aprendiz havia cometido o erro de deixar uma equipe exausta e que ele, Pedro, colheu os prejuízos por essa decisão. Justus ficou calado. Mas ele teve razão quando apontou os erros que a equipe vermelha cometeu. Eu só não teria demitido o Puig.

Programa-da-Sabrina

 Para quem acompanha o Big Brother desde sua estreia é sempre bom quando vemos seus participantes fazendo sucesso além dos minutos de fama proporcionados pela exposição no reality. Não é um caminho fácil. Muitos querem um espaço na mídia, um cantinho onde possam mostrar seu talento ao mundo. Sabrina já conquistou esse espaço. A menina alegre e espontânea que saiu do BBB em 2003 virou mulher. Foi para o Pânico na Rádio Jovem Pan onde a princípio não era levada muito a sério. Mas ganhou o carinho de seus colegas da rádio, ganhou mais ainda o carinho do público, foi ficando mais serena, mais sofisticada, mas jamais perdeu a alegria e a espontaneidade do início de sua carreira.

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Sábado Sabrina dará um grande passo em sua vida profissional, estreará sua carreira solo bancando o desafio de distrair o público sem o apoio dos colegas do Pânico. Você tem dúvida de que dará certo? Eu não. De qualquer maneira esse era o momento certo para alçar novos voos. Já para Fernanda Keulla esse é um mundo totalmente novo. Uma responsabilidade grande que a gente também tem certeza que Fernanda agarrará com a determinação e garra que nós tivemos oportunidade de assistir no BBB13. Aliás, parece que o número 3 anda dando sorte para essas meninas. Sabrina fará um programa de variedades na Rede Record, Fernanda um sobre culinária na subsidiária da Rede Globo em Minas. Ambos estreiam no sábado, dia 26 de abril. Boa sorte meninas!

Zsafir

O Aprendiz Celebridades começou com cara de que ainda não começou. Ou seja, a sensação foi de que o primeiro programa será realmente amanhã à noite. Mas, nesta estreia O Aprendiz começou como um programa de variedades fazendo com que seus participantes mostrassem suas habilidades num picadeiro. Isso pode parecer fora do mundo corporativo, no entanto o mundo empresarial muitas vezes é um verdadeiro circo e requer habilidades de palhaço para sobreviver em suas fileiras. O que o Justus quis aferir, como ele mesmo disse, foi a capacidade dos participantes de administrar o tempo. Além, é claro, de observar como eles se viravam com os recursos que dispunham para improvisar e alcançar um resultado. Que nesse caso era entreter o público.

Era meio óbvio que a Beth Szafir ia encontrar uma baita pedra no meio de seu caminho. Porque ela parece ser uma pessoa engessada num determinado tipo de comportamento, vaidosa demais para se despir do personagem criado na alta sociedade. Mas, Beth tem tutano e isso por si só pode lhe ser bem útil daqui pra frente. Seu maior desafio será lidar com o autoritarismo, elemento que vem tendo cada dia menos espaço nas relações de trabalho. No entanto, esse ainda é um traço marcante em muito líder empresarial. Maior exemplo é o próprio Roberto Justus que tende a ser autoritário durante o programa. Vai ser bem interessante observar essa quebra de braço entre Justus e Szafir.

Moser

Ana Moser foi outra que sofreu por estar enclausurada dentro da caixinha que ela montou em sua vida. Dura, sem mostrar jogo de cintura ela acompanhou com justiça a Beth Szafir à sala de reunião para a eliminação. A única que eu achei que não foi tão mal quanto à avaliação de Justus e seus conselheiros foi a Alexia. Em minha opinião, bem piores foram as apresentações da Michele e da Andrea. Mas, Justus levou a Alexia para a sala de reunião e lá dentro ela se entregou à eliminação. Uma das coisas que a gente observa quando faz entrevistas em empresas é a postura do candidato. Infelizmente, mesmo sendo injusta sua ida à sala de eliminação, uma vez lá dentro, Alexia Dechamps mostrou-se insegura, arredia, baixava os olhos e a cabeça.

E na tarefa em grupo mostrou um traço que é fatal para qualquer equipe: a insegurança e o negativismo. Ter alguém numa equipe que joga o trabalho para baixo, que se prende ao elemento negativo da tarefa, derruba qualquer tentativa empreendedora.  Enquanto Beth Szafir olhava Justus nos olhos quase dizendo “Não se atreva a me eliminar!”, Alexia tinha um olhar meio perdido, quase ressentido. Aliás, Beth Szafir já começou a fazer história. Ao participar da atividade proposta pelo Justus para a avaliar junto com Ana Moser e Alexia Dechamps que consistia em montar um castelo de cartas de baralho, Beth Szafir foi taxativa com as suas adversárias: “Não derruba meu castelo que eu te arrebento”! Vishe Santa! Enfim, amanhã tem mais. E vai ser primoroso assistir Dona Beth Szafir vendendo legumes na feira.

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EntrevistaAndremartinelli

A gente estava querendo fazer esta entrevista com o André há muito tempo. Porque, para nós do De Cara Pra Lua, ele faz parte da história do blog. Não é todo ano que a gente tem oportunidade de falar sobre pessoas interessantes no Big Brother, mas no BBB13 André e, lógico, Fernanda foram fontes de inspiração para nossa visão do jogo. André, com sua veia estrategista tentando colocar “tudo no seu tempo”, André com seu fascínio pelas provas de líder indo como menino sedento em busca da vitória. André é um Príncipe. Não apenas da fantasia do Big Brother, mas um Príncipe da vida real. Educado, gentil, generoso, esse foi o André que nós encontramos fora do jogo. E, por tudo isso, esse é o André que tem um fã clube imenso e o nosso eterno carinho. É sempre bom quando o jogo termina a gente constatar que nós não erramos. Que a pessoa que intuímos no jogo se revela igual, ou melhor, aqui fora. Muito obrigada André!

DCPL– Em sua opinião qual foi a grande diferença entre o BBB13 e o BBB14?

 

André – Em minha opinião a grande diferença de BBB14 para o 13, começou com perfis de pessoas diferentes, além de que tinham mais pessoas. O fato de ter eliminações a jato no começo, e com muitas votações em aberto, fazendo com que os participantes não tivessem tempo de se conhecerem ou formarem mais laços de amizades, isso contribuiu para muitas intrigas e menos histórias bacanas para se explorar. Considero também que, sem veteranos na casa, observei muita inexperiência em todos lá dentro, eles erravam por coisas bobas e perdiam a preferência aqui fora.

 

DCPL – Por que você acha que a audiência do BBB14 deixou a desejar?

 

André – Creio que faltaram historias contínuas para se explorar, toda semana acontecia alguma coisa e mudava tudo, muita eliminação. Os relacionamentos todos acabavam, e as pessoas esqueciam de viver aquele momento. Tanto que a história que mais vendeu foi o relacionamento da Vanessa e da Clara, sendo a mais explorada.

 

DCPL – Em sua participação no BBB você demonstrou ter uma estratégia de jogo quando dizia “tudo no seu tempo”. No BBB14 qual foi o maior estrategista do programa? Por quê?

 

AndréNa vida temos q usar as informações certas nas horas certas, lá dentro ser julgado negativamente é muita fácil e rápido. Não considero estratégia de jogo o relacionamento da Vanessa e Clara, às vezes elas fofocavam e criavam intrigas, mas a maior estratégia foi da Ângela de conseguir culpar todos em suas desavenças, e chegar até a final.

 

DCPL – Qual foi o momento mais difícil em sua participação no BBB13 sem contar o dia de sua eliminação?

 

AndréCertamente no começo quando eu vi que as pessoas jogavam com meu relacionamento e tive que retrair para que eles não conseguissem sujar minha imagem, e um dos piores momentos foi aquela prova de líder que fiquei quase 19hrs em pé, me desgastei tanto que não consegui jogar depois.

 

DCPL – No BBB13 você teve uma participação que primava pelo equilíbrio. No BBB14 nós assistimos o inverso, muita discussão e desequilíbrio. Como a violência pode colocar um jogo a perder num reality show?

 

AndréA vida tem que ser equilibrada, ainda mais lá dentro onde você dá oportunidade para todos te julgarem em rede nacional, ter uma boa convivência e amizades te ajuda a não ser julgado de formas negativas. Mas em minha opinião o que contribuiu para isso foram muitas votações abertas, todos já se votavam abertamente desde o começo, acredito que isso atrapalhou muito a convivência.

 

DCPL – No BBB14 o beijo foi distribuído com fartura, mas tiveram poucas relações duradouras. Em que medida o casal faz diferença no jogo?

 

AndréTiveram muitos beijos, né? Mas eu acho que ajuda em ter uma história duradoura pra eles explorarem lá dentro. Os relacionamentos começavam e acabavam e não tinha mais o que falar daquelas pessoas, apenas discussões e desavenças

 

 

DCPL – O Big Brother abriu ou fechou portas ao modelo André Martinelli? Por quê?

 

AndréCertamente abriu, por que querendo ou não hoje sou mais popular do que muitos modelos, só tenho que me empenhar para estar em um mercado de marcas TOPs.

 

DCPL – Para não perder o hábito (todos perguntam sobre este assunto) podemos falar sobre casamento com Fernanda num futuro próximo? Como estão os preparativos?

 

AndréComo sempre digo, tudo no seu tempo. Nosso relacionamento é sério e temos planos sim de oficializar, só que estamos em uma fase de construir nossa carreira, temos que dedicar nosso tempo para isso. Nosso sonho é comprar uma casa.

 

 

DCPL – Em que a vida a dois mudou sua rotina?

 

AndréMudou para melhor, hoje nos amadurecemos mais rápido e nada melhor do que dormir e acordar do lado de quem ama.

 

 

DCPL – Como está sua vida profissional e quais são os seus planos para o futuro?

 

AndréMinha vida profissional esta dividia entre dois projetos na moda e na televisão. Tenho feito fotos com fotógrafos mais que TOPs, esse material vai ser usada para um projeto na área da moda. E tenho estudado coach para atuação, vou participar de um filme, Helena, e tenho outro projeto relacionado com apresentação. Tudo está em andamento, eu hoje eu aprendi que na vida nada é fácil, para tudo tenho que estar mais do que preparado.

EntrevistaAndremartinelliTira

 

Ontem tivemos no SuperStar uma noite completamente diferente das duas primeiras, enquanto na primeira apresentação tivemos oito bandas se apresentando e passando apenas quatro para a próxima fase, com destaque para a Banda Malta o nível foi muito irregular. No segundo dia de apresentações passaram 8 bandas de nove possíveis, com destaque para a Banda Suricato que sobrou na turma em um dia que ouve um nivelamento por baixo. Já o terceiro dia de apresentações o destaque ficou para a grande voz e carisma da vocalista da Banda Move Over, que levantou o público e fez valer o show. Com 6 bandas de nove possíveis passando para a fase seguinte, ontem ficou sendo o melhor dia do SuperStar até agora.

Acredito que o Dinho esta levando vantagem sobre os outros jurados/ padrinhos, pois além de possuir o conhecimento de banda está com a platéia jogando a seu favor indicando a ele as melhores bandas, tanto é que ficou até agora com as bandas Malta e Suricato destaques de duas noites. A Ivete, com o seu perfil de mãezona, vai pegando de tudo desde samba, reggae até rock and roll, tendo ficado com a banda Move Over que pode ser, até agora, uma das candidatas a levar o prêmio. O Fabio Jr que se cuide, pois no seu jeito de parece que não sei, está ficando com bandas médias e parece que vai enfrentar dificuldades na hora de fazer a moçada mostrar o talento de vencedor.

O cenário espetacular e todo o aparato que cerca as apresentações estão ainda maior que os participantes, apesar desta diferença ter diminuído um pouco ontem… Mas, de um modo geral está interessante assistir porque o show está dinâmico e a Fernandinha não deixa a peteca cair.

 

Amanhã nós vamos publicar a entrevista do Andre Martinelli e estaremos de olho no programa Aprendiz Celebridades.  

 

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