Pessoal, que bom que vocês continuam por aqui.
Desculpe não estar mais presente do que gostaria, mas sempre tomo conta de vocês, acreditem!

Abração do Poeta!

Sabedoria e sorte

       (CarlosAS)

Porque Deus é soberano em ciência e

único em sabedoria, fez a mulher com

todo o encanto e magia, para trazer para

este mundo, antes frio e inerte, toda a

harmonia, alegria, sabedoria e beleza…

Com este ato nos trouxe a dúvida de

Quem herdara mais sorte;

Se elas, por tudo que são, ou

nós por tudo que podemos ter com elas !!!

(…) Liberando um espaço para a turma boa do DeCaraPraLua!
Abraços,

Carlos Poeta.

ErroNaCorDoCartao from SusanDCPL on Vimeo.

O futebol tem 17 regras básicas, para conhecê-las clique no link abaixo. E nestes vídeos estamos demonstrando o uso do cartão errado e o correto. Você pode ver que a diferença entre um e outro é gritante. E ai fica a pergunta… Por que o Juiz não usou o vermelho? Falta de conhecimento, falta de coragem, prejudicar o Vasco, beneficiar o Flamengo ou não querer prejudicar o jogo?

CataoCorreto from SusanDCPL on Vimeo.

Os comentaristas de futebol estão reclamando que neste jogo o juiz aplicou oito cartões amarelos e nenhum vermelho. No meu modo de ver o árbitro foi bem criterioso, pois quando ele não aplicou o cartão vermelho na agressão feita pelo jogador do Flamengo no primeiro cartão apresentado, ele só poderia aplicar o vermelho se a jogada retirasse a cabeça do adversário… Você não concorda? http://www.portalbrasil.net/regras_do_futebol.htm

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Como em várias atividades da sociedade moderna o futebol também não é mais coisa só para homem. E foi pensando dessa maneira que procuraremos levar um papo com vocês sobre este esporte que apaixona milhares de pessoas no mundo inteiro. Hoje começam as decisões nos campeonatos regionais, e acredito que apesar de não ser a principal competição do país são a que melhor conhecemos, pois é a mais próxima. Afinal todos nós temos, nem que seja de leve, uma quedinha por um clube, seja pelas suas cores ou pela tradição familiar ou simplesmente para ser do contra, rs rs rs.

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O futebol não conquistou tanto espaço de graça, o jogo tem na complexidade da execução dos movimentos um alto grau de dificuldade por ser executado com os pés e ter nas grandes dimensões do campo um imenso tabuleiro de xadrez, que precisa ser preenchido com planejamento da equipe de modo a se proteger e a atacar o adversário de forma harmoniosa e letal.

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O mais engraçado em tudo isso é que uma mulher foi até agora a maior detentora do titulo de melhor do mundo. Cinco vezes consecutiva eleita entre 2006 e 2010 e duas vezes em 2005 e 2011 vice, a brasileira Marta. Além disso, ela foi escolhida como Embaixadora da ONU. Creio que hoje ela seja hors concours. Mas não é só de Marta que vive o nosso futebol feminino, temos um time fortíssimo e assim como o masculino possui praticamente todos os jogadores selecionáveis do time principal e do sub-vinte que irá jogar nas Olimpíadas, jogando na Europa.

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Aí, você me pergunta: por que não temos os melhores campeonatos de futebol do mundo se temos os melhores jogadores? Primeiro não possuímos no país sequer um campeonato de futebol feminino. Se as meninas tivessem um mínimo de estrutura com certeza ganharíamos todas as competições. Hoje da forma precária que estamos, competimos de igual pra igual com os países organizados. E o masculino é refém dos dirigentes que não pensam em planejamento e estrutura, preferem dar mais valor ao faturamento imediato e duvidoso para privilegiar uns poucos.

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O melhor exemplo vem do nosso voleibol que, com uma pequena organização e planejamento, transformou-se num dos maiores vencedores do mundo, tanto no masculino como no feminino. Portanto, meninas, venham participar conosco dos debates sobre futebol. Afinal ele não é coisa só pra homens.

Amanda

Eu prometi que a gente teria algumas conversas de mulher para mulher após o BBB15. E vamos começar, usando como mote os personagens dessa ultima temporada do Big Brother. Eu acho interessante a tentativa da Rede Globo de tentar transformar a história que Amanda viveu com Fernando num conto de fadas. Quando de fato foi um pesadelo. Daqueles que a gente usa para aprender alguma coisa com as experiências alheias. Claro que esse nunca será o melhor aprendizado, são as nossas experiências que na verdade nos ensinam grandes lições, mas serve para a gente refletir o que significa o amor. Eu acho que essa palavra foi muito banalizada nesta última edição. Amanda correu atrás de um capricho.

Será que valeu a pena? Será que é esse o caminho para a gente encontrar o amor? Se humilhar por um homem, imprensá-lo na parede tocando em suas partes intimas para sexualmente provocá-lo? Ficando praticamente nua numa oferta sem reservas? Será que assim a gente encontraria o amor aqui fora? Acredito que não. Porque faltou uma coisa muito importante no relacionamento que Amanda e Fernando estabeleceram no confinamento, o respeito. Faltou também admiração mútua, confiança no outro, sinceridade. Quando alguém mente para conquistar o outro a única coisa que vai colher lá na frente é uma raiva profunda. Ninguém gosta de ser enganado. Fica a conquista pela conquista, a todo custo, por qualquer preço. E isso não traz felicidade. Nem frutos duradouros.

Eu não acho que seja condenável uma pessoa comprometida se interessar por outra. Acontece. Mas quando isso ocorre o relacionamento anterior já está fracassado. Lutar por alguém que não sabe se te quer é uma grande furada. Não é nenhum gesto grandioso ou nenhum ato de coragem. Tampouco é algo libertário. Pauline Roland, uma feminista do século XIX disse que “a mulher, tanto quanto o homem, deveria ser criada como um ser livre, racional, pertencendo a si mesma, independente”. Rastejar por um homem não é ser independente, pelo contrário, é vincular sua felicidade ao outro, se sujeitando a toda sorte de humilhação. Ninguém vai conseguir ser amada de fato agindo dessa maneira porque jamais será respeitada como deveria.

Assim como a nudez. As mulheres que se desnudaram para estabelecer o seu domínio sobre seu corpo o fizeram justamente por esse motivo, para dizer que seu corpo lhes pertencia. Leila Diniz quando usou biquíni mostrando sua barriga de grávida foi para mostrar ao mundo que gravidez era um momento mágico na vida da mulher e, portanto, não havia nada a esconder num corpo em gestação. Se nosso corpo nos pertence poderíamos até dizer que Amanda faz com o corpo dela o que ela desejar. Sem dúvida é verdade. Mas existe algo chamado autoestima. Dignidade. O que vemos hoje é um casal que fez sofrer tanta gente para chegar aqui fora e sequer conseguirem olhar um na cara do outro. Valeu à pena? Não creio. Hipoteticamente considerando que Amanda realmente se apaixonou pelo Fernando, o que ela ganhou com tanto empenho? Apenas experiência, daquelas que a gente pode evitar de cara, pois já sabe que é uma roubada. Amanda não conseguiu ganhar o amor de Fernando e acabou sem o um milhão e meio de reais. Azar no jogo e no amor? Não, falta de autoestima. Como diria o filósofo Naldo, autoestima! Autoestima!

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O BBB15 acabou trazendo nas palavras de Pedro Bial a promessa de mais uma edição em 2016. Apesar dos pesares a gente fica feliz, afinal de contas essa é uma diversão garantida, mesmo a gente reclamando incessantemente todos os anos. E, pensando nisso, me lembrei que antes a gente custava a gostar dos participantes, abríamos as edições odiando cada um deles para aos poucos irmos nos apaixonando e defendendo esta ou aquela atitude. Hoje, mesmo antes de o programa começar os fandons já estão montados em cima de simpatias e ilusões, frutos de fotos e divulgação dos perfis dos candidatos. Tudo isso começa nas redes sociais, principalmente no Twitter. E, talvez, vejam bem, talvez, esse seja um dos elementos que vem minando o jogo das últimas edições, principalmente das duas últimas. No BBB14 já tinha fã clube de casal mesmo antes da porta da casa se abrir e essa simpatia carimbada sem conhecimento acabou pesando no jogo.

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Este ano, Amanda já entra com torcida emprestada da Clara e mesmo não sendo determinante (Obrigada Senhor!) esse fato em alguns momentos envolveu o BBB15 numa nuvem de fumaça. Dentro e fora da casa. Dentro, porque Amanda já chegou dizendo que tinha grande torcida, tentou intimidar Fernando no terceiro dia de programa ameaçando com a torcida da Clara para que ele ficasse com ela. Isso criou um mito entre os jogadores de que Amanda era forte, mito esse reforçado com a saída da Aline. No jogo eles não tinham como saber que a diferença havia sido tão pequena. Fora do jogo, essa cortina de fumaça faz crescer a torcida da Amanda com muitos se fiando nessa aposta ancorada na certeza de que Clara e suas fies seguidoras levariam, mais uma vez, alguém rejeitado ao cheque de um milhão e meio de reais. Porque Amanda foi rejeitada. E muito.

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Quando eu falava esse tipo de coisas lá no Twitter muitos vinham me questionar dizendo que a torcida da Amanda era imensa e que ela era amada por sua maneira de ser. Torcida essa que não conseguiu em quatro lideranças ganhar sequer um “Você no Controle” que beneficiaria a líder, ela perdeu todas, inclusive uma de imunidade. Além de não conseguirem segurar nenhum aliado da morena no jogo. Esses eram indicativos que muita gente se recusou a enxergar. Nem precisava recorrer ao sofá, bastava dar uma voltinha pelos comentários nos sites como UOL, Terra e até mesmo no perfil oficial do BBB no Facebook para se ter uma ideia da rejeição da Amanda e da crescente popularidade do Cezar. Porque Cezar acabou virando um fenômeno.

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Assim como a população decide nas eleições para nossos representantes votar em figuras bizarras como o Tiririca, num misto de identificação das grandes massas e repúdio à classe política, nesta edição do Big Brother, Cezar virou símbolo e campeão do povão. E por ter conquistado o coração de tanta gente ele merece o respeito da mídia e da Rede Globo, agir de outra maneira é falta de profissionalismo, de postura, é amadorismo. Afinal de contas, Cezar hoje é um produto da emissora, contribuiu para a visibilidade desta temporada do BBB e fará daqui para frente parte da história do programa e da galeria de seus campeões. Cezar é o campeão do Big Brother Brasil que enfrentou o maior número de paredões consecutivos, sendo assim, foi o mais aferido ao contrário da Amanda que só ficou em segundo lugar porque de verdade só enfrentou um paredão acirrado, triplo, que dividiu os votos de Mariza e Aline. Por menor que tenha sido o percentual de Mariza naquele paredão ele fez falta nos três porcento de diferença que garantiriam a vitória da Aline. Derrotar o Fernando foi fácil, foi chutar cachorro morto e pelo baixo índice que Amanda conquistou na Final, apenas trinta e cinco porcento, tudo leva a crer que ela não sobreviveria numa paredão contra Adrilles ou Mariza. Amanda ficou apenas com o segundo lugar e a gente nem sabe se ela ainda estará na mídia daqui a alguns anos. Afinal, onde estão os participantes que ficaram em segundo lugar em outras edições? Com raríssimas exceções, poucos na internet ainda lembram. E no grande público eles foram relegados ao total esquecimento.

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Não bastou ao Cezar ser cowboy, apesar disso ter pesado imensamente, ele aliou a esse tipo regional inteligência para lidar com os egos exacerbados dos demais jogadores. Porque, se afirmam que ele se auto isolou, que ele criou uma situação de rejeitado, a gente só pode achar que ele foi mais inteligente do que os demais já que quase todos caíram em sua armadilha e contribuíram para que ele se tornasse o campeão dessa edição. Além disso, Cezar levou para o jogo um discurso de retidão e humildade que ele soube praticar muito bem. Talvez porque ele seja mesmo honesto e humilde, pelo menos sua história de família do campo que luta para sobreviver tinha seu fundo de verdade. Apesar de eu não achar que eles eram miseráveis, mas aquele pai com o rosto marcado pelo trabalho árduo não permite que se diga que a história do Cezar não é verdadeira.

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Cezar teve no jogo uma estrutura emocional que poucos jogadores demonstraram em quinze edições do Big Brother Brasil. Passar dois meses no Tá Com Nada sem reclamar, sem ficar mal humorado, sem perder a linha um momento sequer, por si só já demonstra que Cezar estava preparado para enfrentar o confinamento. E quem pode julgá-lo por isso? Quem pode julgá-lo por não beber bebida alcoólica para não perder o rumo? Isso também é estratégia, aliás, isso é que é uma estratégia. Aquele negócio de ficar contanto votos, arrebanhando aliados, puxando tapete do outro, esse é um jogo para alguns setores da internet que se espelham nos Big Brothers de outros países para advogar esse tipo de pensamento no jogo. E que estão no Twitter acreditando que sua visão é a mais inteligente e única adequada ao BBB. Quando na verdade num jogo de convivência o que o público julga é o caráter dos jogadores. Acertadamente ou não, mas nas nuances do jogo o público tenta entender cada participante, julga sua atitudes, intui seu caráter e debate na defesa ou crítica ao jogador.

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Sempre são muitas as visões sobre o jogo do BBB, mas nesta temporada foi forte a sensação de que havia o BBB do grande público e o BBB do Twitter, felizmente a escolha dos candidatos e principalmente tipos como Mariza, Adrilles e Cezar permitiu que o grande público caísse de cabeça no jogo e enterrasse todas as apostas do Twitter. The sofá is back! Mas muitas vezes a gente percebe que a produção do BBB flerta com essa parcela da Twitter, acredita em sua pretensa modernidade e quando o faz recheia o BBB com perfis vazios da galera das baladas. Assim como são vazias as críticas e o humor como é tratado o programa. Esta edição do BBB15 deixou claro para a produção do BBB que não é isso que o grande público quer, que essa visão restrita de jogadores bonitinhos e ordinários não ganha a briga pela audiência, que textos de três linhas e muitas fotos não provoca o debate e envolve as torcidas. Como disse a galera, o sofá foi forte este ano e deu a dica daquilo que ele espera na próxima edição. Resta saber se seremos escutados ou se os modismos de ocasião continuarão a ditar as regras do jogo.

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