Zsafir

O Aprendiz Celebridades começou com cara de que ainda não começou. Ou seja, a sensação foi de que o primeiro programa será realmente amanhã à noite. Mas, nesta estreia O Aprendiz começou como um programa de variedades fazendo com que seus participantes mostrassem suas habilidades num picadeiro. Isso pode parecer fora do mundo corporativo, no entanto o mundo empresarial muitas vezes é um verdadeiro circo e requer habilidades de palhaço para sobreviver em suas fileiras. O que o Justus quis aferir, como ele mesmo disse, foi a capacidade dos participantes de administrar o tempo. Além, é claro, de observar como eles se viravam com os recursos que dispunham para improvisar e alcançar um resultado. Que nesse caso era entreter o público.

Era meio óbvio que a Beth Szafir ia encontrar uma baita pedra no meio de seu caminho. Porque ela parece ser uma pessoa engessada num determinado tipo de comportamento, vaidosa demais para se despir do personagem criado na alta sociedade. Mas, Beth tem tutano e isso por si só pode lhe ser bem útil daqui pra frente. Seu maior desafio será lidar com o autoritarismo, elemento que vem tendo cada dia menos espaço nas relações de trabalho. No entanto, esse ainda é um traço marcante em muito líder empresarial. Maior exemplo é o próprio Roberto Justus que tende a ser autoritário durante o programa. Vai ser bem interessante observar essa quebra de braço entre Justus e Szafir.

Moser

Ana Moser foi outra que sofreu por estar enclausurada dentro da caixinha que ela montou em sua vida. Dura, sem mostrar jogo de cintura ela acompanhou com justiça a Beth Szafir à sala de reunião para a eliminação. A única que eu achei que não foi tão mal quanto à avaliação de Justus e seus conselheiros foi a Alexia. Em minha opinião, bem piores foram as apresentações da Michele e da Andrea. Mas, Justus levou a Alexia para a sala de reunião e lá dentro ela se entregou à eliminação. Uma das coisas que a gente observa quando faz entrevistas em empresas é a postura do candidato. Infelizmente, mesmo sendo injusta sua ida à sala de eliminação, uma vez lá dentro, Alexia Dechamps mostrou-se insegura, arredia, baixava os olhos e a cabeça.

E na tarefa em grupo mostrou um traço que é fatal para qualquer equipe: a insegurança e o negativismo. Ter alguém numa equipe que joga o trabalho para baixo, que se prende ao elemento negativo da tarefa, derruba qualquer tentativa empreendedora.  Enquanto Beth Szafir olhava Justus nos olhos quase dizendo “Não se atreva a me eliminar!”, Alexia tinha um olhar meio perdido, quase ressentido. Aliás, Beth Szafir já começou a fazer história. Ao participar da atividade proposta pelo Justus para a avaliar junto com Ana Moser e Alexia Dechamps que consistia em montar um castelo de cartas de baralho, Beth Szafir foi taxativa com as suas adversárias: “Não derruba meu castelo que eu te arrebento”! Vishe Santa! Enfim, amanhã tem mais. E vai ser primoroso assistir Dona Beth Szafir vendendo legumes na feira.

Alexa2204

EntrevistaAndremartinelli

A gente estava querendo fazer esta entrevista com o André há muito tempo. Porque, para nós do De Cara Pra Lua, ele faz parte da história do blog. Não é todo ano que a gente tem oportunidade de falar sobre pessoas interessantes no Big Brother, mas no BBB13 André e, lógico, Fernanda foram fontes de inspiração para nossa visão do jogo. André, com sua veia estrategista tentando colocar “tudo no seu tempo”, André com seu fascínio pelas provas de líder indo como menino sedento em busca da vitória. André é um Príncipe. Não apenas da fantasia do Big Brother, mas um Príncipe da vida real. Educado, gentil, generoso, esse foi o André que nós encontramos fora do jogo. E, por tudo isso, esse é o André que tem um fã clube imenso e o nosso eterno carinho. É sempre bom quando o jogo termina a gente constatar que nós não erramos. Que a pessoa que intuímos no jogo se revela igual, ou melhor, aqui fora. Muito obrigada André!

DCPL- Em sua opinião qual foi a grande diferença entre o BBB13 e o BBB14?

 

André – Em minha opinião a grande diferença de BBB14 para o 13, começou com perfis de pessoas diferentes, além de que tinham mais pessoas. O fato de ter eliminações a jato no começo, e com muitas votações em aberto, fazendo com que os participantes não tivessem tempo de se conhecerem ou formarem mais laços de amizades, isso contribuiu para muitas intrigas e menos histórias bacanas para se explorar. Considero também que, sem veteranos na casa, observei muita inexperiência em todos lá dentro, eles erravam por coisas bobas e perdiam a preferência aqui fora.

 

DCPL - Por que você acha que a audiência do BBB14 deixou a desejar?

 

André – Creio que faltaram historias contínuas para se explorar, toda semana acontecia alguma coisa e mudava tudo, muita eliminação. Os relacionamentos todos acabavam, e as pessoas esqueciam de viver aquele momento. Tanto que a história que mais vendeu foi o relacionamento da Vanessa e da Clara, sendo a mais explorada.

 

DCPL - Em sua participação no BBB você demonstrou ter uma estratégia de jogo quando dizia “tudo no seu tempo”. No BBB14 qual foi o maior estrategista do programa? Por quê?

 

AndréNa vida temos q usar as informações certas nas horas certas, lá dentro ser julgado negativamente é muita fácil e rápido. Não considero estratégia de jogo o relacionamento da Vanessa e Clara, às vezes elas fofocavam e criavam intrigas, mas a maior estratégia foi da Ângela de conseguir culpar todos em suas desavenças, e chegar até a final.

 

DCPL - Qual foi o momento mais difícil em sua participação no BBB13 sem contar o dia de sua eliminação?

 

AndréCertamente no começo quando eu vi que as pessoas jogavam com meu relacionamento e tive que retrair para que eles não conseguissem sujar minha imagem, e um dos piores momentos foi aquela prova de líder que fiquei quase 19hrs em pé, me desgastei tanto que não consegui jogar depois.

 

DCPL – No BBB13 você teve uma participação que primava pelo equilíbrio. No BBB14 nós assistimos o inverso, muita discussão e desequilíbrio. Como a violência pode colocar um jogo a perder num reality show?

 

André -A vida tem que ser equilibrada, ainda mais lá dentro onde você dá oportunidade para todos te julgarem em rede nacional, ter uma boa convivência e amizades te ajuda a não ser julgado de formas negativas. Mas em minha opinião o que contribuiu para isso foram muitas votações abertas, todos já se votavam abertamente desde o começo, acredito que isso atrapalhou muito a convivência.

 

DCPL - No BBB14 o beijo foi distribuído com fartura, mas tiveram poucas relações duradouras. Em que medida o casal faz diferença no jogo?

 

AndréTiveram muitos beijos, né? Mas eu acho que ajuda em ter uma história duradoura pra eles explorarem lá dentro. Os relacionamentos começavam e acabavam e não tinha mais o que falar daquelas pessoas, apenas discussões e desavenças

 

 

DCPL – O Big Brother abriu ou fechou portas ao modelo André Martinelli? Por quê?

 

AndréCertamente abriu, por que querendo ou não hoje sou mais popular do que muitos modelos, só tenho que me empenhar para estar em um mercado de marcas TOPs.

 

DCPL – Para não perder o hábito (todos perguntam sobre este assunto) podemos falar sobre casamento com Fernanda num futuro próximo? Como estão os preparativos?

 

AndréComo sempre digo, tudo no seu tempo. Nosso relacionamento é sério e temos planos sim de oficializar, só que estamos em uma fase de construir nossa carreira, temos que dedicar nosso tempo para isso. Nosso sonho é comprar uma casa.

 

 

DCPL - Em que a vida a dois mudou sua rotina?

 

AndréMudou para melhor, hoje nos amadurecemos mais rápido e nada melhor do que dormir e acordar do lado de quem ama.

 

 

DCPL - Como está sua vida profissional e quais são os seus planos para o futuro?

 

AndréMinha vida profissional esta dividia entre dois projetos na moda e na televisão. Tenho feito fotos com fotógrafos mais que TOPs, esse material vai ser usada para um projeto na área da moda. E tenho estudado coach para atuação, vou participar de um filme, Helena, e tenho outro projeto relacionado com apresentação. Tudo está em andamento, eu hoje eu aprendi que na vida nada é fácil, para tudo tenho que estar mais do que preparado.

EntrevistaAndremartinelliTira

 

Ontem tivemos no SuperStar uma noite completamente diferente das duas primeiras, enquanto na primeira apresentação tivemos oito bandas se apresentando e passando apenas quatro para a próxima fase, com destaque para a Banda Malta o nível foi muito irregular. No segundo dia de apresentações passaram 8 bandas de nove possíveis, com destaque para a Banda Suricato que sobrou na turma em um dia que ouve um nivelamento por baixo. Já o terceiro dia de apresentações o destaque ficou para a grande voz e carisma da vocalista da Banda Move Over, que levantou o público e fez valer o show. Com 6 bandas de nove possíveis passando para a fase seguinte, ontem ficou sendo o melhor dia do SuperStar até agora.

Acredito que o Dinho esta levando vantagem sobre os outros jurados/ padrinhos, pois além de possuir o conhecimento de banda está com a platéia jogando a seu favor indicando a ele as melhores bandas, tanto é que ficou até agora com as bandas Malta e Suricato destaques de duas noites. A Ivete, com o seu perfil de mãezona, vai pegando de tudo desde samba, reggae até rock and roll, tendo ficado com a banda Move Over que pode ser, até agora, uma das candidatas a levar o prêmio. O Fabio Jr que se cuide, pois no seu jeito de parece que não sei, está ficando com bandas médias e parece que vai enfrentar dificuldades na hora de fazer a moçada mostrar o talento de vencedor.

O cenário espetacular e todo o aparato que cerca as apresentações estão ainda maior que os participantes, apesar desta diferença ter diminuído um pouco ontem… Mas, de um modo geral está interessante assistir porque o show está dinâmico e a Fernandinha não deixa a peteca cair.

 

Amanhã nós vamos publicar a entrevista do Andre Martinelli e estaremos de olho no programa Aprendiz Celebridades.  

 

1 Coríntios 13 

1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

 

2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.

 

3 E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

 

4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.

 

5 Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;

 

6 Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;

 

7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

 

8 O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;

 

9 Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;

 

10 Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.

 

11 Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.

 

12 Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.

 

13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

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São muitos os alertas a respeito dos perigos da internet, alertas esses justificáveis já que a internet é propícia ao anonimato e um nick sem rosto pode esconder mistérios e ameaças. Mas, assim como têm esse lado negativo, as redes sociais, se bem utilizadas, são úteis por sua capacidade enorme de mobilização das pessoas. Assim aconteceu com o caso do desaparecimento do menino Bernardo Boldrini. A movimentação da cidade de Três Passos no Rio Grande do Sul, a Corrente do Bem,  ganhou página no Facebook e alastrou-se pelo Brasil. Bernardo, infelizmente foi encontrado sem vida, mas a mobilização de sua cidade ajudou em muito que a investigação não esmorecesse e que os responsáveis por um ato tão cruel estejam presos aguardando uma maior acareação para garantir-lhes a condenação.

Eu fiquei muito mexida com esse caso. Toda violência contra uma criança é totalmente injustificável, porque eles são indefesos, estão de peito aberto para o mundo. Quando essa violência vem através do pai não tem nenhuma explicação que anule a angustia de saber que no mundo existem pessoas capazes de agir de maneira tão cruel. Eu fico imaginando o que se passa na cabeça dessas pessoas neste momento. Será que elas sofrem? Será que se arrependem? Se não for por amor ao menino que seja por terem estragado irremediavelmente suas vidas. Um homem bem sucedido, rico, uma mulher bonita, uma filha de um ano, uma casa maravilhosa, dois carros caros, uma vida pela frente, será que nada disso contou em favor do Bernardo?

Porque se nossos princípios, nosso amor pelo próximo, nosso carinho pelas crianças sejam elas nossos filhos ou não, se esses sentimentos não são suficientes para segurar a mão que tirou a vida, o egoísmo deveria ter falado mais alto. O medo de perder essa vida construída. Mas, creio que quando alguém tem dentro de si o ódio ou ganância necessários para tirar a vida de uma criança, toda e qualquer lógica aplicada à vida perde o sentido. Essas pessoas vivem num mundo a parte. Um mundo próprio, com regras peculiares que fogem à nossa compreensão. Olhando no Facebook os rostos sorridentes, comentários de amigos, todos parecem normais. O pai, a madrasta e a amiga. Eu olho e penso: ninguém sabia quem vocês eram de verdade. Dá medo!  

GGM

“Se, por um instante, Deus se esquecesse de que sou uma marioneta de trapo e me presenteasse com um pedaço de vida, possivelmente não diria tudo o que penso, mas, certamente pensaria tudo o que digo. Daria valor às coisas, não pelo o que valem, mas pelo que significam. Dormiria pouco, sonharia mais, pois sei que a cada minuto que fechamos os olhos, perdemos sessenta segundos de luz. Andaria quando os demais parassem, acordaria quando os outros dormem. Escutaria quando os outros falassem e disfrutaria de um bom gelado de chocolate.

Se Deus me presenteasse com um pedaço de vida vestiria simplesmente, jorgar-me-ia de bruços no solo, deixando a descoberto não apenas meu corpo, como também a minha alma. Deus meu, se eu tivesse um coração, escreveria o meu ódio sobre o gelo e esperaria que o sol saisse. Pintaria com um sonho de Van Gogh sobre as estrelas um poema de Mário Benedetti e uma canção de Serrat seria a serenata que ofereceria à Lua. Regaria as rosas com as minhas lágrimas para sentir a dor dos espinhos e o encarnado beijo das suas pétalas. Deus meu, se eu tivesse um pedaço de vida!… Não deixaria passar um só dia sem dizer às pessoas: amo-te, amo-te. Convenceria cada mulher e cada homem de que são os meus favoritos e viveria apaixonado pelo amor.

Aos homens, provar-lhes-ia como estão enganados ao pensar que deixam de se apaixonar quando envelhecem, sem saber que envelhecem quando deixam de se apaixonar. A uma criança, daria asas, mas deixaria que aprendesse a voar sozinha. Aos velhos ensinaria que a morte não chega com a velhice, mas com o esquecimento. Tantas coisas aprendi com vocês, os homens… Aprendi que todos querem viver no cimo da montanha, sem saber que a verdadeira felicidade está na forma de subir a rampa. Aprendi que quando um recém-nascido aperta, com sua pequena mão, pela primeira vez, o dedo do pai, tem-no prisioneiro para sempre. Aprendi que um homem só tem o direito de olhar um outro de cima para baixo para ajudá-lo a levantar-se. São tantas as coisas que pude aprender com vocês, mas, a mim não poderão servir muito, porque quando me olharem dentro dessa maleta, infelizmente estarei a morrer.”

 

Galinheirofelipao

Pois é!!! De um modo geral nós todos gostamos de futebol, e geralmente quem não liga quando chega a Copa veste a camisa amarela. Porém, sempre existe aquele que realmente não gosta de futebol. Mas, essa Copa é especial por que gostemos ou não ela vai interferir em nossas vidas de um jeito ou de outro, pois ela será aqui no nosso quintal.

GalinheiroMessi

E como conhecemos bem o nosso quintal, já sabemos de antemão como as coisas irão acontecer… Futebolisticamente falando não podemos perder em casa, afinal somos os maiores e melhores praticantes deste esporte e o país que possui a maior quantidade de títulos mundiais. Será que isso nos dá essa certeza, ou estamos na verdade é morrendo de medo de perder??? Se ganharmos não fazemos mais do que a obrigação, porém se perdermos… Cairemos no ridículo, seremos os piores, que vergonha… Nada disso ocorrerá se fizermos o nosso máximo e se não ganharmos… Aplaudiremos o vencedor, deixando de lado o ufanismo.

Galinheirocristiano-ronaldo

E politicamente falando sabemos do absurdo de fazer estádios em Manaus, Natal e Cuiabá cidades que não possuem times e, portanto, não terão como produzir jogos que possam se utilizar dos estádios monumentais. E pior fica quando sabemos que a FIFA queria fazer a Copa em apenas 10 cidades… E aqui pra nós, a copa tem 8 grupos, portanto porque não apenas 8 sedes??? Para um torneio de apenas dois meses… Foi a CBF que bateu pé para ter as 12 cidades na Copa 2014.

Galinheiro03

E aí, fica claro a questão da falta de seriedade de quem dirige o nosso futebol, pois se só pensarmos no circo vai faltar o pão. Também não acho que devamos perder a oportunidade de sediar a Copa, porque ela é muito importante enquanto evento e representa um baita investimento na indústria do turismo e na reflexão de quem somos e onde estamos. O triste, o chato é continuar a ver homens pequenos produzindo coisas mesquinhas, apenas para o seu próprio proveito e esquecendo que nós somos campeões na fabricação de crianças abandonadas.

 

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